Ninhada da Luana e Guga
A ninhada da Luana com o Guga nasceu no dia 08-03-2020
Nasceram 2 cachorros, 1 macho e uma fêmea.
Vídeo da ninhada com 1 dia:
Fotos da ninhada com 1 dia:
Ninhada da Lua com o Guga
A ninhada da Lua com o Guga nasceu no dia 01-10-2019
Tem 5 cachorros, 3 machos e 2 fêmeas:
Vídeo da ninhada com 4 semanas:
Fotos da ninhada com 2 semanas:
Vídeo da ninhada com 2 semanas:
Fotos da ninhada com 2 semanas:
Vídeo da ninhada com 1 dia:
Fotos da ninhada com 1 dia:
A ninhada da Luana com o Abel
A ninhada da Luana com o Abel nasceu no dia 27-07-2019
Tem 2 machos e 1 fêmea
Foi para os seguintes donos:
Fotos da ninhada com 5 semanas:
Vídeo da ninhada com 2 semanas:
Fotos da ninhada com 2 semanas:
A primeira ninhada da Sky
A primeira ninhada da Sky nasceu no dia 12 de julho de 2017
Tem 1 cachorrinho macho
Vai para o seguinte dono:
Vídeo da ninhada com 3 semanas
Fotos da ninhada com 3 semanas:
Vídeo da ninhada com 2 semanas
Fotos da ninhada com 2 semanas:
Vídeo da ninhada com 1 semana
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Vídeo da ninhada com 1 dia
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Estalão do Pug
APARÊNCIA GERAL: decididamente quadrado e maciço, deve mostrar "multum in parvo " (muita substância em um pequeno volume), o que transparece em sua forma compacta, proporcionalidade entre as partes e musculatura firme.
CARACTERÍSTICAS: muito charme, dignidade e inteligência.
TEMPERAMENTO: comportamento equilibrado alegre e vivo.
CABEÇA: cabeça grande, arredondada, não em forma de maçã e sem sulco médio no crânio. Focinho curto, quadrado, não projectado para cima. Rugas claramente definidas.
OLHOS: escuros, muito grandes, de forma globular, de expressão doce e alerta, brilhantes. Quando o cão está excitado, parecem cheios de fogo.
BOCA: ligeiramente prognata inferior. O maxilar inferior largo, incisivos inferiores praticamente em uma linha recta. Maxilar desviado lateralmente, dentes ou língua aparentes quando o cão estiver de boca fechada, são três defeitos muito graves.
ORELHAS: finas, pequenas, macias como veludo. Há dois tipos: orelhas em rosa - pequena e caída, dobrada para trás exibindo a face interna, - orelha em botão - caída para frente, a ponta repousando perto do crânio para esconder o orifício e apontando em direcção aos olhos. Dá-se preferência a este último tipo.
PESCOÇO: forte, grosso, levemente arqueado para dar a ideia de uma crista, com comprimento suficiente para suportar a cabeça orgulhosamente.
CORPO: curto e compacto, peito largo e com costelas bem arqueadas. Linha superior nivelada, sem arqueamento ou sela.
PÉS: nem longos como pés de lebre, nem redondos como os pés de gato, dedos separados, unhas pretas.
MEMBROS ANTERIORES: pernas muito fortes, rectas, de comprimento moderado e bem colocadas sob o corpo. Ombros bem inclinados.
MEMBROS POSTERIORES: pernas muito fortes, de comprimento moderado com boa angulação de joelho, bem colocadas sob o corpo, rectas e paralelas, quando vistas por trás.
CAUDA: enroscada. Inserção alta, enrolada sobre a anca, o mais apertado possível. Duplamente enrolada é altamente desejável.
MOVIMENTAÇÃO: vistas pela frente, as pernas devem subir e descer bem sob os ombros, pé sempre orientados, não voltados para dentro ou para fora. Por trás, o mesmo. Usando as patas dianteiras com decisão, colocando-as bem a frente e as traseiras movendo-se com liberdade e com pleno uso da articulação do joelho. Um leve "roll" do traseiro é típico da movimentação.
PELAGEM: fina, lisa, macia, curta e brilhante, nem dura nem lanosa.
COR: fawn, apricot, castanho ou preta, cada uma delas bem definida para fazer nítido contraste entre a cor da pelagem e o traço (faixa preta que se estende do occipital à raiz da cauda) e a máscara. Marcas claramente definidas, no focinho ou máscara e orelhas, o diamante na testa e o traço tão escuro quanto possível.
TAMANHO: peso ideal entre 6,3 e 8,1 kg.
DEFEITOS: qualquer desvio em relação aos pontos indicados acima deve ser considerado como falta. A gravidade da falta deve ser avaliada em função do seu grau de afastamento do ideal.
NOTA: os machos devem ter dois testículos da aparência normal, completamente descidos na bolsa escrotal.
Obs.: ilustrações extraídas do mopsklub.cz/pugmania
Saúde e higiene do Pug
O Pug é um cão relativamente saudável, mas existem algumas doenças que o afetam particularmente. Problemas oculares e respiratórios são bastante comuns nesta raça. Devido ao focinho achatado, as vias respiratórias são apertadas no Pug, o que pode causar falta de ar em dias mais quentes. Nunca deixe um Pug num sítio onde não tenha acesso a sombra e água fresca. Contudo, estes cães também são pouco resistentes ao clima frio e constipam-se com facilidade.
Propensos à obesidade, a dieta destes cães deve ser vigiada de perto pelos donos.
As rugas do focinho devem estar sempre secas e limpas, caso contrário podem originar problemas de pele. Os olhos que devem ser limpos periodicamente.
O pêlo curto do Pug não exige muitos cuidados e escovagens semanais são suficientes para remover a sujidade a curto prazo.
Temperamento do Pug
O Pug é um cão fiel, brincalhão e bastante afetuoso com o dono. Torna-se facilmente num companheiro inseparável, na verdade, acompanha-o para todo o lado, mesmo sem ser convidado. Este animal não suporta ficar sozinho e pode tornar-se ansioso ou entrar em stress.
Apesar de ser entroncado e de nariz achatado, o Pug tem uma expressão bastante amigável. Está sempre bem disposto e com imensa vontade de brincar e receber mimos. O Pug demonstra-se extremamente sociável e rapidamente se enquadra e adapta a ambientes e pessoas estranhas. Contudo, não deixa de ladrar a estranhos, dando um bom cão de alerta.
Outra característica diferenciadora é o seu latido: som emitido, muito parecido com um roncar, é intervalado por grunhidos como se o cão estivesse engasgado. No entanto, quando quer comunicar com alguém, o som torna-se mais agudo e longo.
São teimosos, mas nem assim perdem o lado engraçado. Necessitam de uma boa socialização e são bastante activos.
O Pug adapta-se bem à vida num apartamento sem pátio. Necessita na mesma de passeios diários e gosta de brincadeiras enérgicas.
A chegada do Pug à Europa
A referência mais antiga conhecida de um cão, que pode muito bem ter sido o precursor do pug, confirma a crença de que a Europa Ocidental conhecia o lo-sze antes dele ter sido visto na Rússia. A história deste pequeno cão, que salvou a vida de William, o Silencioso, o Príncipe de Orange e, assim, alterou a história da Europa, é um clássico na história do pug e aparece em “Relatos de Sir Roger William nos Países Baixos”, publicado em 1618, e refere-se a uma incidente que deve ter ocorrido entre 1571 e 1573. Na ocasião, houve um ataque surpresa dos espanhóis sobre o acampamento holandês. O cãozinho em questão, cujo nome acredita-se ter sido Pompey, acordou seu dono, antes de qualquer um de seus homens, com arranhões, chorando e pulando em seu rosto. Embora o cão tenha sido descrito como um “pequeno cão de caça branco”, pode-se considerar através de outras partes de sua descrição, que na verdade se tratava de um ancestral do pug moderno. Podemos, portanto, estabelecer com um razoável grau de certeza que pequenos, cães de focinho curto que existiam na China poderiam ter viajado do Oriente para o Ocidente nos séculos XVI e XVII, e havia uma boa razão para sua popularidade na Corte de William, o Silencioso e seus sucessores. É possível que tenha sido neste período que uma criação cuidadosa e seletiva mudou o corpo mais alongado do lo-sze para um cão mais compacto que, eventualmente, recebeu o nome de pug. Durante os cem anos que se passaram entre o reinado de William, o Silencioso e a chegada à Inglaterra de seu bisneto, nada se ouviu sobre os pugs, exceto que eles estavam sempre presentes na corte holandesa.
Durante os últimos anos do século XVII, encontramos sinais da presença do pug em muitos países europeus, como França, Itália, Saxônia e muitos dos estados alemães. Originalmente conhecido na Holanda como “mopshond”, na França, como “doguin” e frequentemente na Inglaterra como mastiff holandês, não há certeza de como ou por que o nome “pug” começou a ser usado nesse país. No entanto, as palavras “pug”, “pugg” e “pugge” eram muitas vezes utilizadas para indicar afeto, e há muitos exemplos de seu uso. A palavra pode ter alguma derivação de “puck”, que era normalmente usada para indicar malícia ou maldade. Pug era um termo aplicado a pequenos macacos muito populares como animais de estimação nos séculos XVII e XVIII, e sem dúvida os cãezinhos travessos de focinho achatado tinham algo em comum, tanto em aparência quanto em comportamento com esses macaquinhos.
A História do Pug
Sempre houve muita controvérsia sobre a origem do Pug. A verdade é que praticamente nada se sabe sobre como, quando ou porque esses cães de focinho chato, pelagem curta e cauda encaracolada vieram à existência. Há, no entanto, muito poucas dúvidas sobre o seu local de origem: a China. Há boas razões para acreditar que todas as raças de focinho curto, com exceção do bulldog e os membros colaterais de sua família, tiveram origem no oriente.
Duas hipóteses sobre o início da formação da raça foram levantadas, mas hoje já são totalmente descartadas. A primeira seria a crença de que os pugs descendem e tornaram-se um tipo de mastiff pigmeu. Essa idéia provavelmente surgiu do fato de que os primeiros pugs a chegar na Inglaterra foram por vezes referidos como mastiffs holandeses. O único ponto real de semelhança entre o mastiff e o pug fulvo é a cor e pelagem. A estrutura dos crânios das duas raças varia enormemente e isso é o suficiente para demonstrar que é muito improvável que o pug tenha qualquer ligação com o enorme molossus, conhecido pelos fenícios, de quem o mastiff, o alaunt medieval e o bulldog descendem. O segundo engano é supor que o focinho curto do pug tenha sido provocado por esmagamento ou danos aos ossos nasais em filhotes. Obviamente, uma operação dessas afetaria o indivíduo, mas não seus descendentes.
Criação seletiva não é novidade e tem sido praticada por diversas razões há séculos. Cães de focinho curto parecem ter sido conhecidos na China muitos anos antes da era cristã, já que “cães de boca curta” são mencionados por Confucio (cerca de 551 aC). Registros do século I dC mencionam cães, conhecidos como “pai”, que traduzido parece significar um cão de pernas curtas e cabeça pequena, cujo lugar era debaixo da mesa. Desse período em diante, uma série de imperadores parecem ter tido interesse em cães pequenos, muitas vezes à custa de suas funções imperiais. A única forma de obter alguma idéia da aparência de cães chineses é a partir de desenhos e pergaminhos. Estes, como a maioria das obras de arte orientais, são extremamente estilizados, mas parece que três tipos principais de cães pequenos foram destacados: o cão leão, o pequinês e o lo-sze, e é desse último que os pugs europeus parecem a descender. Imagens mostram que o lo-sze era parecido com o pequinês, exceto por sua pelagem curta e cauda sem franjas. As cores variavam e a maioria dos cães tinham mais que uma cor. Os principais requisitos físicos do lo-sze eram que eles deveriam ser o menor possível, que a pelagem deveria ser curta e a pele muito elástica, pois era essencial que ele exibisse a “marca do príncipe”, que eram três rugas na testa e uma barra vertical, formando assim o caracter chinês para a palavra “príncipe”. Uma marcação (diamante) na testa era também muito apreciada. Um corpo compacto, bons ossos e uma face plana, bem como um queixo quadrado eram valorizados, e embora muitos dos cães tivessem suas caudas encaixadas, o rabo enrolado, bem como a curva dupla eram todos conhecidos e permitidos. As orelhas, comparadas por um escritor à metade de um damasco seco, eram posicionadas um pouco mais para o lado do crânio do que as do pequinês e outras raças similares.
Não há muito mistério sobre a migração de pequenos cães orientais para os países do ocidente. Houve comércio de seda e outras mercadorias entre a China e o mundo ocidental já no tempo da dinastia Han (ano 200 aC). Relações comerciais com Portugal foram abertas em 1516, com a Espanha em 1575, e com a Holanda em 1604. Pedro, o Grande enviou uma embaixada à corte do Imperador K'ang Hsi (1662-1723), e está registrado que o enviado chinês que foi convocado para dar as boas vindas ao embaixador russo estava muito interessado em cães, vários dos quais acompanhavam o embaixador, e um ou dois lhe foram presenteados. Em um nível mais prosaico, não há dúvida de que os marinheiros de Portugal e Espanha estavam bem conscientes de que as senhoras das cortes de seus países representavam um ótimo mercado para cães de pequeno porte de uma nova raça.
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